Símbolos


De 1912 até hoje a camisa conta a história do América. Da primeira camisa branca com faixa verde na transversal começando pelo ombro direito, passando pela listrada em verde e branco até chegar na vermelha dos anos 1934/37/41 em protesto pela chegada do profissionalismo. Na retomada do verde e branco, até a chegada do verde e preto dos anos 1970 e a evolução deste uniforme tricolor (branco/verde/preto). Na temporada 2016, o unforme ganhou brilhantismo com a linha desenvolvida pelo estilista mineiro Ronaldo Fraga, filho de americano. Sempre inovador, o América saiu na frente novamente e foi o primeiro clube brasileiro a ter seus produtos América assinados por um estilista, que colocou a cor laranja no terceiro uniforme numa alusão ao vermelho usado na década de 30. A linha de material do América para 2016 mexeu com a torcida mineira e foi o uniforme da conquista do título estadual.

Após a grande inovação, em 2017 o Coelho retornou às suas origens. A Diretoria de Marketing do clube conduziu, juntamente com a Lupo,  um intenso estudo das camisas que marcaram época na história do Coelho. E daí veio a inspiração para os traços dos uniformes que rememoram às temporadas de 1916 ,1971,1997 e 2000.

O uniforme número 1 é uma releitura do utilizado na década de 1970, quando o América foi campeão mineiro invicto (1971) e também considera elementos da camisa de 2000 – ano da conquista da Copa Sul-Minas. Já o uniforme número 2 presta homenagem à campanha do Decacampeonato (1916/25). Além do detalhe elegante da gola, que marcou época, a camisa apresenta a inscrição “Decacampeão”, acompanhada de um selo para destacar o feito. O terceiro uniforme teve como inspiração o título brasileiro da série B de 1997, conquistado com a camisa verde e branca e comemora as duas décadas dessa vitória. A  Tríplice Coroa de 1957 também foi relembrada, no ano em que a conquista dos títulos do Campeonato Mineiro Profissional, Aspirante e Juvenil completam 60 anos.